Meu avô, Francisco Carlos de Magalhães - devoto de Santo Expedito - era proprietário de um próspero depósito de comércio de sal em Pelotas/RS. Em torno dos anos 40, um grande incêndio estava destruindo completamente o depósito. Na parede principal ficava um belíssimo quadro de Santo Expedito. Se caso esta parede viesse a ruir, todos os funcionários morreriam, pois a única saída possível ficava ali. Meu avô implorou ao Santo pelo milagre, visto que o fogo já a atingia. Qual foi a surpresa de todos ao constatarem que as chamas não evoluíram naquele espaço, propiciando a saída ilesa dos funcionários. O depósito foi completamente destruído, menos a parede e o quadro de Santo Expedito. O quadro permaneceu em minha família até 1999, onde, com o falecimento de minha mãe, passou a fazer parte do acervo da Igreja do Asilo de Mendigos São Francisco de Paula. A crença em Santo Expedito acompanha nossa família desde àqueles tempos até hoje, fazendo prodígios. |